TESTE OLHINHO, QUANDO E POR QUE FAZER?

 

OBJETIVO É IDENTIFICAR DOENÇAS QUE PODEM SER PREVENIDAS OU DETECTAR ALGUMA ALTERAÇÃO PARA EVITAR SEQUELAS MAIS GRAVES



TESTE DO OLHINHO (TRIAGEM VISUAL)

O teste do olhinho permite a detecção precoce de doenças como como a catarata e o glaucoma congênitos, algumas malformações oculares e determinados tumores, como o retinoblastoma. Além disso, o exame pode detectar traumas oftalmológicos decorrentes do parto, hemorragias e alguns casos de inflamações ou infecções. O teste é tão importante porque pelo menos metade das causas de cegueira ou de grave sequela visual infantil podem ser prevenidos ou tratáveis se forem detectadas precocemente.

O exame é simples, rápido e indolor e consiste na identificação do reflexo vermelho nos dois olhos do bebê, simultaneamente. A presença do reflexo vermelho revela que as principais estruturas internas do olho (córnea, íris, pupila, retina e cristalino) estão transparentes, de forma que a retina seja atingida pela luz. Isso mostra que o recém-nascido está em boas condições.

Se o reflexo vermelho não for visualizado ou se não apresentar boa qualidade, o bebê deve ser encaminhado a um oftalmologista para confirmação do diagnóstico.

Apesar de ainda não existir uma lei federal, muitos Estados brasileiros possuem leis que garantem o "teste do olhinho" em hospitais e maternidades públicas e privadas. No caso de planos de saúde, a Agência Nacional de Saúde (ANS) determina que as operadoras assegurem o procedimento.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica
Ministério da Saúde
Núcleo de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria

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